Terça, 29 Março 2016 17:31

Rexona-ADES vence Nestlé e garante a vaga na decisão da Superliga Feminina

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“Não foi um jogo tranquilo. Foi uma partida com clima de final e a nossa torcida compareceu e nos ajudou bastante. É muito bom jogar no Tijuca. Agora, temos que aguardar para saber quem será nosso adversário na final. Vamos comemorar hoje e a partir de amanhã nos preparar para a final”, disse Monique.

O Rexona-AdeS (RJ) está na final da Superliga feminina de vôlei 15/16. Nesta segunda-feira (28.03), a equipe carioca superou o Vôlei Nestlé (SP) por 3 sets a 0 (25/20, 25/23 e 25/16), em 1h37 de jogo, no ginásio do Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ). Com o resultado, o time do treinador Bernardinho fechou a série melhor de três das semifinais e alcançou a decisão pela 12ª vez seguida.

O time carioca aguarda o vencedor do duelo desta segunda-feira entre o Dentil/Praia Clube (MG) e o Camponesa/Minas (MG) para conhecer o adversário da final.

A oposta Monique, do Rexona-AdeS, brilhou na partida, foi eleita a melhor em quadra em votação popular no site da CBV e ficou com o Troféu VivaVôlei. Ao final do duelo, a atacante comentou sobre a atuação das cariocas e a classificação para a decisão.

“Não foi um jogo tranquilo. Foi uma partida com clima de final e a nossa torcida compareceu e nos ajudou bastante. É muito bom jogar no Tijuca. Agora, temos que aguardar para saber quem será nosso adversário na final. Vamos comemorar hoje e a partir de amanhã nos preparar para a final”, disse Monique.

A ponteira Gabi ressaltou o apoio da torcida carioca durante toda a Superliga.

“É muito bom jogar dentro do Tijuca com a nossa torcida nos apoiando o tempo inteiro. Sabíamos que seria dessa maneira e decidido no terceiro jogo. Lutamos muito e superamos momentos difíceis. Não fomos regulares nas duas primeiras partidas, mas hoje jogamos melhor”, afirmou Gabi.

A atacante Natália, da equipe carioca, foi a maior pontuadora do confronto, com 15 pontos.

Pelo lado do Vôlei Nestlé, a central Thaísa lamentou a derrota e as chances perdidas pela equipe de Osasco (SP).

“Faltou eficiência na virada de bola. No primeiro set, estávamos na frente e sofremos uma sequência de seis pontos e não conseguimos mais buscar. Com elas na frente no placar fica mais difícil. Todas as vezes que conseguíamos uma vantagem deixávamos escapar, levando pontos em sequência. Demos confiança para elas e aí ficou mais complicado”, explicou a central.

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