Entrevista com Dayanne Silva, paratleta da natação

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Nesta terça-feira (02 de junho), a multinacional Ajinomoto apresentou o “Projeto Vitória” e o Time Ajinomoto composto por atletas Olímpicos e Paralímpicos. A ação consiste em dar suporte nutricional para esses e outros atletas até o fim dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Tóquio 2020. 

Uma das atletas que compõe o Time Ajinomoto é a Dayanne Silva, representante da natação paraolímpica. Ouro e recorde, no Panamericano de Toronto e bronze, no Pan de Guadalajara (México), a atleta chega para os Jogos em Lima (Peru) muito confiante e motivada.

“As expectativas são as melhores, estou aqui e estou com dor. Estamos realizando um trabalho de anos para poder chegar esse ano bem com objetivo de fazer o melhor resultado possível. Meu objetivo é manter o título e consequentemente melhorar o resultado e agora mais forte com essa parceria da Ajinomoto”, falou Dayanne Silva.

Focada nos Jogos Panamericanos, Dayanne acredita que um bom desempenho pode ajudar na seletiva para a Paralimpiadas Tóquio 2020. “A Seletiva para Tóquio será apenas ano que vem (Abril ou maio), infelizmente a medalha em Lima não garante nada, mas dá uma boa perspectiva para ano que vem”, explicou.

Igualdade de gênero e visibilidade

“O universo do esporte é muito masculinizado, melhorou bastante é notório, mas ainda existem diferenças. O futebol feminino ganhou muita visibilidade, mas ainda precisa melhorar muito. Aí vem duas questões, feminino e juntando ao paralímpico aí complica mais ainda”.

“Então tudo que precisamos é de portas abertas para podermos mostrar nosso trabalho e a sociedade nos enxergue além das deficiências. Treinamos tanto quanto outro atleta. Nosso principal objetivo é promover nosso esporte paraolímpico”.

Rotina de treinos
“Meu treino consiste: segunda à sábado duas horas de manhã e duas horas de tarde e mais uma hora de musculação”.

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