Geisa Coutinho treina separado e está otimista para Tóquio 2020

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Devido à pandemia causada pelo novo coronavírus, os Jogos Olímpicos Tóquio 2020 foram adiados e acontecerá em 2021 com a disputa de 33 modalidades, sendo que algumas estarão pela primeira vez nas Olimpíadas, como beisebol, skate, escalada e surf. Outra estreia confirmada é o revezamento 4×400 m misto e a atleta Geisa Coutinho (EC Pinheiros), segue treinando forte.

Após disputar a final do Mundial de Doha, a equipe brasileira garantiu a vaga para Tóquio 2020 (Mesmo sendo disputado em 2021, a competição manterá 2020 por conta de questões comerciais e logística).

Os Jogos Olímpicos serão disputados de 23 de julho a 08 de agosto, enquanto os paraolímpicos terá início no dia 24 de agosto e encerramento em 05 de setembro.

A estreia na categoria adulta da equipe brasileira aconteceu no Mundial de Revezamento de Yokohama, em maio (2019) e foi formada por Lucas Carvalho (FECAM-PR), Tiffani Marinho (Orcampi Unimed-SP), Cristiane Silva (UCA-SC) e Alexander Russo (Orcampi Unimed-SP) e terminou em sexto lugar, com 3:20.71.

Em Doha, o quarteto teve Lucas, Tiffani, Geisa Coutinho(EC Pinheiros-SP) e Alexander na final, completando a prova na oitava colocação, com 3:16.22. Na qualificação, com Anderson Henriques (SOGIPA-RS) no lugar de Alexander, o grupo bateu o recorde sul-americano, com 3:16.22.

“Mesmo com as dificuldades da pandemia, espero muito fazer parte da equipe em Tóquio. Vou tentar a quarta e última Olimpíada de minha carreira”, disse a atleta fluminense Geisa Coutinho, que nesta segunda-feira (1/6) completa 40 anos.

“Fui ao Mundial de Yokohama, onde me machuquei, e depois ajudei a equipe a se classificar para os Jogos em Doha”, falou ao site do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

Treinada por Carlos Alberto Cavalheiro, Geisa é um exemplo de dedicação ao esporte. Tanto que chega aos 40 anos competitiva, tendo ganhado em fevereiro a medalha de bronze nos 400 m do Sul-Americano Indoor de Cochabamba, na Bolívia.

“Só peço a Deus que os Jogos de Tóquio não sejam cancelados por causa da doença. Vou fazer a minha parte e treinar muito. Estou bem, me cuidando e na luta”, comentou a atleta do Pinheiros, nove vezes campeã individual do Troféu Brasil Caixa de Atletismo.

Neste primeiro semestre de 2020, os campings de treinamento previstos pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) e Comitê Olímpico do Brasil (COB) foram suspensos por causa da pandemia global. Evandro Lazari, o treinador do 4×400 m misto nos dois mundiais do ano passado, aguarda a situação melhorar.

“Não temos nenhum planejamento pronto por agora. Entendo que o momento é o de repensar tudo e esperar as definições”, comentou.

 

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