Nado artístico se mantém como quarta força do continente no Pan de Lima

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Após as disputas do dueto pela manhã, o nado artístico voltou a cair na piscina do Centro Aquático de Videna para as finais por equipe dos Jogos Pan-americanos Lima 2019. Assim como na dupla, o conjunto nacional terminou a competição na quarta colocação com 161.293 pontos.

O ouro ficou com o Canadá (179.673), a prata com o México (175.124) e o bronze foi para os Estados Unidos (170.8111), mesmo pódio do dueto.

“É claro que a gente queria estar no pódio, trabalhamos muito para isso. Sabíamos que poderia não acontecer, então temos que continuar trabalhando duro para no próximo Pan-americano voltar com a medalha pro Brasil”, avaliou Maria Bruno.

Com o resultado, o Brasil manteve o posicionamento dos últimos dois Jogos Pan-americanos, em Toronto e Guadalajara. Na apresentação da rotina livre, o Brasil realizou uma coreografia em homenagem à cultura peruana e ficou com 80.900 pontos. Juntando com a rotina técnica realizada no dia anterior, 80.392, o Brasil terminou com 161.292 pontos.

“Um ponto positivo na nossa é que conseguimos crescer bastante. Foi uma equipe com quatro pessoas mais novas e conseguimos amadurecer bastante”, complementou Luisa Borges.

O Pan de Lima foi classificatório para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 no nado artístico. A equipe campeã está automaticamente qualificada para a competição do ano que vem, no Japão. Assim, o Brasil concentrará seus esforços no pré-olímpico, previsto para abril de 2020, que definirá os demais participantes. 

Além de Luisa Borges e Micucci, que participaram do dueto, a equipe brasileira contou com Anna Giulia Veloso, Gabriela Regly, Giovana Stephan, Lorena Molinos, Maria Bruno, Jullia Catharino e Duda Miccuci.

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